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A História da Câmara de Vereadores do Bonito

por Interlegis — última modificação 19/12/2015 20h37

 

A história da Câmara de Vereadores do Bonito no Agreste de Pernambuco, remota do dia 3 de novembro de 1833, ano da sua emancipação política quando se chamava Povoado do Bonito pertencendo ao Município de Santo Antão.

Durante anos, a Câmara Municipal não possuiu sede própria devido à falta de recursos que se aplicava ao município naquela época. Apenas em 1862 o governo provincial autorizou a realização da planta da futura câmara do município eu ganharia uma instalação própria. O projeto permaneceu no papel até o ano de 1908 quando na administração do prefeito Francisco Tibúrcio a câmara de vereadores com a prefeitura o fórum do municipal sediaram um sobrado edificado e reformado para abrigar os poderes.

O edifício passou a ser chamado de Paço Municipal onde além de reunir as citadas sedes serviu também de salão de baile. A Soirée Blanche, por exemplo, foi um dos maiores eventos assistidos pela sociedade local na década de 30, cujo palco foi o Paço Municipal.

Em Pernambuco, os sesmeiros (pessoas que trabalhavam para o instituto jurídico português que normatizava a distribuição de terras destinadas à produção) implantavam seus interesses ao longo do litoral e dos rios Jaboatão, Ipojuca e Sirinhaém. A área onde foi implantada o Município do Bonito, terras propícias à agricultura, teria seu povoado firmado pelos idos do século XVIII, quando suas terras se encontravam repartidas em sesmarias.

As vilas portuguesas do século XVIII eram regidas segundo dispositivos assinados no Livro I, título LXVI, das Ordenações Filipinas. Onde, em cada vila levantada, haveria de ter sua câmara. Segundo àquela ordenação, “aos vereadores pertence ter o cargo de todo regimento da terra e da sobras do conselho, e de tudo que puderem saber e entender, porque a terra e os moradores dela possam bem viver e nisto hão de trabalhar”. As antigas câmaras exerceram papéis de grande importância, pois quase tudo quanto dizia respeito ao governo local lhes recaia sobre os ombros. Deveriam sanar os problemas sociais, observar os bens públicos e coibir os abusos. Cabiam a eles também, promover as posturas, denunciar criminosos e contraventores, auxiliar no policiamento da terra, observar a higiene pública, entre outras atribuições.

Para passar de vila à cidade, somente El-Rei, na qualidade de Grão-Mestre da Ordem de Cristo tinha poderes para elevar as vilas. Além do soberano, o papa possuía iguais poderes, isto devido a tradição canônica. Uma vez criada a Diocese a vila, automaticamente, se elevava à categoria de cidade.

Criada a Vila do Bonito e dando andamento ao seu processo político, foi necessário, como recomendava os artigos 167, 168 e 169 da constituição vigente, a instalação da sua câmara municipal. De acordo com a lei de 1º de outubro de 1828, foi feita a primeira eleição para sete vagas disponíveis na futura câmara bonitense cuja eleição foi apurada na antiga sede do município, a Vila de Santo Antão, e teve o seguinte resultado: Antônio Bezerra de Melo (209) votos, Joaquim José de Melo (174) votos, Luis José de Vasconcelos (161) votos, José Francisco da Silva (158) votos, Manoel Bezerra de Melo (143) votos e Inácio Francisco de Lima (125) votos.

Em nove de novembro de 1833 era instalada a câmara bonitense, cujos vereadores empossados em 17 de outubro em Santo Antão, inauguraram naquele dia o edifício preparado para acomodar o órgão público. Naquele dia, ocorreu a sessão inaugural de instalação do município. Instalado o município, a Câmara nomeava seus primeiros funcionários: Joaquim José de Oliveira Calazans (secretário), José Manoel da Silva e Joaquim José de Melo no dia 27 daquele mesmo mês e ano a câmara enviava para apreciação do governo provincial, nomes representativos para preencherem cargos do judiciário local. Para o cargo de juiz municipal eram indicados o capitão Vicente Ferreira Padilha Calumby, capitão Joaquim Antônio da Silva e Joaquim Ferreira Calado. Para as funções de juiz de órfãos, foram nomeados Antônio Vieira de Melo, Miguel Primo de Albuquerque e José Manoel de Souza. Para a promotoria eram apontados Jacinto de Oliveira Lins, José Antônio Monte e Francisco de Barros e Silva.

No dia 25 de agosto de 1934, tomava posse perante a câmara da localidade, no cargo de juiz de direito da comarca, o Dr. Antônio Batista Gitirana nomeado para as referidas funções por Decreto Imperial de 15 de Setembro de 1833. A presença do Dr. Gitirana praticamente complementava as exigências municipais as quais seriam completas com a edição de Lei nº 65, de 12 de Abril de 1839, que criava a paróquia bonitense.

A Câmara de execução a Lei Imperial de 15 de Outubro de 1827 e resolução do Conselho do Governo de 20 de Maio de 1833, fracionando em 8 de Novembro de 1834 o território municipal em 11 distritos de paz: Bonito (Sede do 1º distrito), Aba de Serra (hoje São Joaquim do Monte), Alexandria (hoje território de Camocim de São Félix e Sairé), Barra da Palmeira, Gravatá, Bezerros, Caruaru, São Caetano, São Bento (do Una), Altinho e Bebedouro (Agrestina).

O antigo território do Bonito, cobria uma área irrigada pelos rios Ipojuca, Sirinhaém e Una. Limitava-se com Santo Antão, Limoeiro, Garanhuns e a província das Alagoas. Tempos depois, rumores de desmembramentos surgiram e novos municípios foram fundados no seu antigo território.

O modelo em que as câmaras municipais se responsabilizavam pela administração dos municípios perduraram até a queda da monarquia. Dessa forma, desde 9 de Novembro de 1833 até 220 de Novembro de 1889, quinze câmaras governaram Bonito.

 

1833-1836

A primeira câmara estava composta por Antônio Bezerra de Melo (presidente), Joaquim José de Melo, Luís José de Vasconcelos, José Manoel da Silva, João Francisco da Silva, Manoel Bezerra de Melo e Inácio Francisco de Lima.

1837-1840

Eram membros da Câmara José Joaquim Bezerra de Melo (presidente), Vicente Ferreira da Assunção, José Manoel da Silva, Félix Fernandes Portela, padre Manoel Clemente Torres Galindo, André Barbosa de Melo e José Gomes Cabral.

1841-1844

Parte da Câmara estava do padre Manoel Clemente Torres Galindo, Félix Fernandes Portela, José Gomes Cabral, Joaquim José de Oliveira Calazans e André Barbosa de Melo.

1845-1848

Em 3 de Janeiro de 1845 tomaram posse na Câmara os senhores: Zeferino Veloso da Silveira (presidente), José Joaquim Bezerra de Melo, Joaquim José de Oliveira Calazans, Tomás José de Freitas, José Antônio da Porciúncula Laage, Francisco de Barros da Silva e Antônio Romualdo Crisóstemo de Melo.

1849-1853

Tomaram posse em 4 de Abril de 1849º vereadores, Padre Manoel Clemente Torres Galindo (presidente), Vicente Ferreira de Assunção, Félix Fernandes Portela, Cândido José da Silveira, José Vitoriano da Silveira, José Vitoriano de Vasconcelos, José Antônio de Porciúncula Laage.

1853-1856

Foram empossados nesta Câmara os vereadores Joaquim Antônio da Silva (presidente), Teotônio José de Freitas, João Pacheco Alves, Félix Fernandes Portela, Manoel Francisco de Azevedo, Zeferino Veloso da Silveira, João Braúlio Correia e Silva.

1857-1860

Integraram esta câmara: Francisco Bezerra de Vasconcelos Junior (presidente), José Joaquim Bezerra de Melo, Félix Fernandes Portela, Joaquim Antônio da Silva, Antônio Fernandes Xavier Lima e José Antônio da Porciúncula Laage.

1861-1864

Foram empossados em 8 de Janeiro de 1861 os senhores Manoel de Azevedo Lira, Félix Fernandes Portela, Claudino Monteiro Brayner, João de Barros e Silva, José Antônio da Porciúncula Laage, Quintino Bastos.

1865-1868

A câmara estava integrada pelo coronel Manoel Gomes da Cunha Pedroza (futuro Barão de Bonito), na presidência, Félix Fernandes Portela, João Bráulio e Silva, João Manoel Pontual, Matias Ferreira de Melo, Francisco Muniz Pontes, Antônio Feijó de Melo Lins.

1869-1872

Foram empossados em 7 de Janeiro de 1869 os vereadores, Manoel Gomes da Cunha Pedroza (presidente), Féliz Fernandes Portela, João Bráulio Correia da Silva, Eduardo Daniel Cavalcanti , Francisco Apolônio Bezerra, Gonçalo Teixeira de Carvalho e José Cipriano Bezerra de Melo.

1873-1876

O município neste período esteve governado pelos vereadores Avelino Rodrigues da Silva (presidente), Gaudêncio do Monte Cabral, João Bráulio Correia e Silva, Odilon Austricliniano Brayner, José Honorato Chaves, João Manoel Pontual e José Vitoriano Vasconcelos Pereira.

1877-1880

Integraram a referida legislatura os vereadores, Tomaz José de Aquino Pereira (presidente), Galdino Alves Barbosa, Belarmino Antônio Soares da Fonseca, Manoel Teotônio de Melo, Francisco Tibúrcio Paulino de Melo e Silva, Manoel Rodrigues da Silva Vieira, Joaquim Roberto Pareira.

1881-1884

Nesse novo período integraram a Câmara bonitense Francisco Quintino da Silva Vieira (presidente), Francisco Tibúrcio Paulino de Melo e Silva, Joaquim Roberto Pereira, Avelino Rodrigues da Silva, Francisco Ribeiro Ribas, João Francisco Brayner e José Belarmino Pereira de Melo.

1885-1888

Compunham essa câmara os senhores Francisco Ribeiro Ribas (presidente), Francisco Tibúrcio Paulino de Melo e Silva (presidente do segundo período), João Francisco Brayner, Joaquim Roberto Pereira, Avelino Rodrigues da Silva, Otílio Priamo Lins de Albuquerque, Francisco Quintino da Silva Vieira e José Belarmino Pereira de Melo.

1889-1890

No dia 7 de Janeiro de 1889 era empossada a última câmara sob o regime monárquico composta pelos senhores Francisco Tibúrcio Paulino de Melo e Silva (presidente), Joaquim Roberto Pereira, José Francisco Soares, Otílio Priamo Lins de Albuquerque, José Ferreira de Albuquerque, José Joaquim da Cunha, Joaquim de Barros e Silva e Antônio Gomes da Silva Magno.

1890-1892

Em 28 de Janeiro de 1890 eram empossados a intendência bonitense os senhores: major Leonardo Orlando de Barros (presidente), major Francisco Tibúrcio Paulino de Melo e Silva e capitão Antônio de Melo.

O ofício em 7 de Agosto de 18990, do Governador do Estado, exonerava a intendência supra substituindo-a por outra encabeçada, pelo Dr. Francisco Antônio Regueira Costa (presidente), major Mariano Tavares ledo, tenente José Teixeira de Albuquerque Melo, tenente Antônio Gomes da Silva Magno e o major Leonardo Orlando de Barros.

Com a nomeação do Dr. Regueira Costa para ocupar a pasta da promotoria pública bonitense, ocorreu vacância no Conselho de Intendência. Com esta alteração, nova intendência ficou constituída pelo tenente José Ferreira de Albuquerque Melo (presidente), major Mariano Tavares Ledo, tenente João Francisco Brayner, tenente Antônio Gomes da Silva Magno e o major Leonardo Orlando de Barros.

Perante grande número de pessoas era empossada no dia 5 de Janeiro de 1892, a Nova Intendência composta pelos senhores capitão José Antônio de Melo (presidente), capitão Francisco Ribeiro Ribas (vice-presidente), coronel Joaquim de Barros e Silva e Antônio de Barros e Silva.

 

Os Conselhos Municipais

Após a promulgação da Carta Constitucional de 24 de Fevereiro de 1891, a primeira república, ficou assegurada aos municípios, através do artigo 68, que “os Estados se organizarão de forma que fique assegurada e autonomia dos municípios, em que tudo quanto respeite ao seu peculiar interesse.” O decreto de 26 de Dezembro de 1891, de Junta do Governo, estabeleceu-se o dia 21 de Fevereiro de 1892 a realização de eleições para escolha dos componentes dos conselhos municipais, atual câmara de vereadores, prefeitos e subprefeitos, deputados e senadores. O decreto de 18 de Fevereiro de 1892 determinava que a posse dos eleitos deveriam ocorrer no dia 15 de Março daquele ano.

Na data prevista eram empossados os primeiros conselheiros municipais (Câmara de Vereadores) sob a forma republicana: Capitão José Antônio de Melo( presidente), major Mariano Tavares Ledo, capitães Francisco Ribeiro Ribas, Antônio de Barros e Silva e Antônio Gomes Melo.

Por decreto de 25 de Agosto de 1892, o Governador Alexandre José Barbosa Lima, exonerava todas as câmaras e prefeitos empossados em 25 de Março, sob a alegação de que somente com a edição da Lei nº 52, de 3 de Agosto de 1892, as unidades municipais pernambucanas se constituíram autônomas.

1892-1895

Novas eleições foram realizadas no dia 30 de Setembro de 1892 ocorrendo no dia 8 de Novembro a posse dos cinco conselheiros cujos mandatos se estenderia até o no de 1895. Dessa forma foram empossados na câmara bonitense os conselheiros: major Mariano Tavares Ledo (presidente), capitães José Antônio de Melo, Manoel Roiz da Silva Nery, Antônio da Cunha Brayner e Antônio José Alves da Silva.

1895-1898

As eleições de 30 de Setembro de 1895 elegeram os seguintes conselheiros: coronel Francisco Tibúrcio Paulino de Melo e Silva (presidente de 1895 à 1897), major Mariano Tavares Ledo (presidente de 1897-1898), Epifânio José Henrique, Major José Antônio de Melo, coronel Abdias Vilar Correa Lima, José Honorato Chaves, Quintino Torres Maranhão, Manoel Ribeiro Ribas e Antônio da Cunha Brayner.

1898-1901

Em 15 de novembro de 1898 eram empossados os conselheiros Coronel Francisco Tibúrcio Paulino de melo e Silva (presidente por toda legislatura), major Mariano Tavares Ledo, capitão Calixto Maia, Dr. Fortunato Roberto Guimarães, Coronel Joaquim de Barros e Silva, capitão José veloso da Silveira Filho, Coronel José Belarmino Pereira de Melo e Capitão Sebastião Lins de França Caldas.

1901-1904

O pleito de 25 e Julho de 1901 elegeu os seguintes conselheiros que foram empossados no dia 15 de Novembro do mesmo ano: major Mariano Tavares Ledo (presidente), Dr. Fortunato Roberto Guimarães, capitão José Maria Paulino e Melo, Dr. João Francisco de Arruda, capitães Calixto Maia, José Francisco Pereira, Sebastião Lins de França Caldas, major João Francisco de Assis, José Veloso da Silveira.

1904-1907

No dia 15 de Novembro de 904 tomaram assento no conselho municipal do Bonito: Coronel Francisco Tibúrcio Paulino de Melo e Silva (presidente, Professor Bardominiano Nilo dos Santos Ferreira Barros, major João Francisco de Assis, Coronel Joaquim José de Lima, João Archelau Lins de Albuquerque, capitão José Antônio Ribeiro Ribas, coronel José Francisco Pereira e Coronel Antonino de Moura Borba.

1907-1911

Na data prevista foram empossados os conselheiros coronel José Gomes Cabral de Andrade (presidente), major Calixto Maia, capitão Osvaldo Orlando de Almeida, capitão Manoel Antonino de Moura Borba, coronel João Francisco Pereira, coronel José Belarmino Pereira de Melo, coronel Joaquim José de Lima, capitão José Honorato Chaves Gomes da Silva o capitão José Antônio da Porciúncula Laage.

1911-1913

O novo triênio inaugurado em 15 de Novembro de 1911 , estava o novo conselheiro bonitense formado pelo coronel José Gomes Cabral de Andrade (presidente), José Antônio da Porciúncula Laage, coronel Manoel Antonino de Moura Borba, Antonino de Moura Borba, Antônio Nemézio de Vasconcelos, coronel José Belarmino Pereira de Melo, capitão José Honorato Chaves Gomes da Silva, coronel Joaquim José de Lima, Wenceslau Correia da Silva, coronel Joaquim José de Lima, Wenceslau Correia da Silva e José Cabral de Souza Viana.

1913-1916

Para o novo período foram eleitos e empossados o coronel Leovigildo Câncio de Melo (presidente de 1913-1914), Major Honório Cezino Alves da Silva, Pedro de Castro Sá Barreto, Miguel Teixeira de Carvalho, coronel José Coelho de Araújo, Manoel Francisco Pereira, Manoel Ribeiro e o major Epifânio José Henrique.

1916-1919

No aniversário da Proclamação da República de 1916 foram empossados os conselheiros coronel José Gomes Cabral de Andrade, Coronel José Piauhylino Gomes de Melo, coronel Antônio Portela de Macedo, coronel Manoel Antonino de Moura Borba, Coronel Joaquim José de Lima, Enéias Teixeira de Carvalho, Abílio Céar Laage de Melo e Silva, capitão José Victoriano de Vasconcelos e capitão Luiz de Carvalho.

1919-1922

O Conselho Municipal estava composto pelo coronel Manoel Dionísio Pereira (presidente por todo triênio), Júlio Samuel da Cunha, Modesto Corieolano da Silva , Manoel Franklin da Silva, Manoel Ribeiro Ribas, Nominando Teixeira de Carvalho, Sebastião Rangel Pereira de Melo, Vitalino Marques Lins, capitão Antônio Lourenço da Silva Lyra.

1922-1925

Para o novo triênio inaugurado em 15 de Novembro de 1922 foram empossados no conselho local: Coronel Manoel Dionízio Pereira (presidente até Janeiro de 1923), padre Francisco de Barros Cavalcanti Lins (padre Chicó presidiu o referido conselho de Janeiro de 1923 a Dezembro de 1924), Modesto Coriolano da Silva(presidente e 1924-1925), Sebastião Rangel Pereira de Melo, nominando Teixeira de Carvalho, José Manoel Ferreira Pontes, Hermínio José Aroucha, coronel Joaquim José de Lima e o coronel José Leovigildo Câncio de Melo.

1925-1928

Estavam a frente do Conselho o coronel Abdias Vilar Correia Lima (presidente 1925-1927), Olegário Cabral de Andrade (presidente de 1927-1928), Eduardo Argileu de Espíndola, Abílio César Laage de Melo e Silva, Hermínio José Aroucha, coronel Leovigildo Câncio de melo, Pedro Alexandrino da Rocha, Pedro Sérgio de Menezes e Nominando Teixeira de Carvalho.

1928-1930

Eleitos em 30 de Setebro de 198 e empossados a 15 de Novembro do mesmo ano, o novo conselho bonitense deveria legislar até o ano de de 1931, quando vitoriosa a Revolução de 1930, quando vitoriosa a revolução de 1930 desbaratou todo o aparato da velha república. O interventor federal no Estado, Carlos de Lima Cavalcanti, nome ligado a velha oligarquia açucareira estadual, através do Ato nº 78, de 18 de Outubro e 1930, dissolvia todos os conselhos municipais do Estado, inclusive o de Bonito que naquele momento estava formado pelos cidadãos : Dr. Alberto Miranda Baptista de Oliveira (presidente), Mizael Torres Galindo, João Cristovão Cavalcanti, Abílio César Laage de Melo e Silva, coronel Manoel Antonino de Moura Borba, Manoel Correa da ilva, Olegário Cabral de Andrade, Alberto Aurélio Pereira e o major Honório Cezino Alves da Silva.

1947-1951

Em 14 de Novembro de 1947 era empossada a seguinte Cãmara em eleita em 26 de Outubro: Hercílio de Assis Vila Nova (presidente em 1947), Severino Pereira de Lucena (presidente em 1950), Manoel de Queiroz Lima( presidente em 1948), João Rodrigues de Lima, Hemenergildo Lourenço da Silva Lyra, Massilon Pessoa Cavalcanti, João Lídio Bezerra, Luiz Guimarães Bezerra e JOrge portela de Macedo.

1951-1955

Para o novo quatriênio foram empossados no dia 5 de Novembro os vereadores Manoel de Queiroz Lima (presidente em 5/11/1951), Oscar Cabral de Andrade (presidente em 10/02/1955), João Rodrigues de Lima, Jorge Portela de Macedo, Massilon Pessoa Cavalcanti, Manoel de Brito Lima, Paulo Ferreira do Nascimento, Hemenergildo Lourenço da Silva Lyra e Francisco Ventura da Silva.

1955-1959

Eleita em 3 de Outubro de 1955 era a Nova Câmara empossada no dia 6 de Novembro desse ano, tendo a frente os seguintes vereadores: Hermenegildo Lourenço da Silva Lyra (presidente por ocasião da posse da câmara), Manoel de Brito Lima (presidente de 1956/1959), Antônio Pedrosa Machado (Machadinho), Dr. Hugo Cavalcanti Mlo, José Caetano de Oliveira, Leônidas Vila Nova de Assis (patrono da Câmara de Bonito), Francisco de Assis Santos, Clóvis Maranhão e Manoel Afonso da Silva.

1959-1963

O resultado das urnas de 2 e Agosto de 1959 elegeu para o novo quatriênio legislativo Clóvis Maranhão (presidente em 1959), Benjamin José do Nascimento (presidente em 1963), Benício Vaz Cavalcanti, Manoel Afonso da Silva, Amaro Vieira da Silva, Álvaro Gomes de Matos, Antônio Firmino Alves, Amaro Alexandrino Ferreira e Manoel de Queiroz Lima (presidente em 1963).

1959-1969

Apurada as urnas eleitorais de 18 de Agosto de 1963 foram eleitos posteriormente diplomada a seguinte Câmara: Álvaro Gomes de Matos (presidente eleito em 10/02/1963), Olegário Luiz Ferreira (renunciou em 24/05/1966), José Burno de Albuquerque César (Assumiu o cargo após o renuncio de Olegário ), David Germiniano Cardona Pereira, Benício Vaz Cavalcanti, Valdomiro de Souza Lima, José Josué de Lima, Carlos de Souza Melo, Flavio Nogueira de Lima e Antônio Francisco de Carvalho (presidente eleito em 13/02/1967).

1969-1973

No dia 31 de Janeiro de 1969 eram empossados os novos vereadores municipais eleitos a em 15 de Novembro : Valdomiro de Souza Lima (presidente em 10/02/1969), Fernando Pessoa Cabral (presidente e 2/11/1971), José Monteiro da Silva, Raimundo Cordeiro Torres, Benício Vaz Cavalcante, Flávio Nogueira de Lima, José Pereira de Almeida, José Bruno de Albuquerque César (presidente), Olegário Luiz Ferreira e Dr. Luiz Ferreira e Dr. Luiz Guimarães Ribeiro.

1973-1977

Em sessão solene realizada no dia 31 de Janeiro de 1973 eram empossados os vereadores José Josué de Lima (presidente de 1973 à 1975), Antônio Francisco de Carvalho (presidente de 1975 à 1977), José Monteiro da Silva, Juviniano Rodrigues dos Santos, José Bruno de Albuquerque César, José Ferreira Filho e Olegário Luiz Ferreira.

1977-1983

A câmara empossada em 31 de Janeiro de 1977 para uma legislatura de qautro anos teve seu período legislativo prorrogado por mais dois anos conforme determinação da lei eleitoral da época. Integraram essa câmara: Antônio Melo Coelho (presidente de 1977 à 1980), José Ferreira Filho (presidente 1980 à 1983), Olegário Luiz Ferreira, Juviniano Rodrigues dos Santos, Massilon Pessaoa Cavalcanti Filho, José de Holanda Cavalcanti e Antônio Francisco de Carvalho.

1983-1988

Os eleitos e empossados para uma legislatura de quatro anos, a exemplo da câmara anterior tiveram seus mandatos prorrogados por mais dois anos: Antônio Francisco de Carvalho (presidente em 1983), David Germiniano Cardona Pereira (presidente em 1985), Manoel Francisco de Araújo (Neco Ouro), Olegario Luiz Ferreira José Ferreira Filho, Massilon Pessoa Cavalcante, Juviniano Rodrigues dos Santos (presidente em 1987), José Batista de Lima e José Genis Pereira.

1989-1992

No primeiro dia do ano de 1989 eram empossados na Câmara os seguintes vereadores: José Batista de Lima ( presidente de 1989 à 1990) , Antônio Manoel de Souza ( presidente de 1991 à1992), Benício José Cavalcanti Ferreira, José Carlos da Silva (Novo), José Genis Pereira, Amaro Florentino Freire, Mauro José de Melo Torres Galino, Bruno de Albuquerque César (Bruninho) e Manoel Francisco de Araújo.

1992-1996

Em 1º de Janeiro de 1993 inaugurava-se o novo quatriênio legislativo com a posse dos vereadores eleitos a 3 de Outubro do ano anterior : José de Holanda Cavalcanti (presidente de 1993à1994) José Carlos da Silva (presidente 1995 à 1996), José Abelardo Câncio de Godoy, José Batista de Lima, Manoel Pinto Fornelos, Bruno de Albuquerque César, Antônio Francisco de Carvaho, Jose Genis Pereira, José Genis Pereira, José Ferreira Filho, José Miguel da Silva e José Ferreira do Nascimento ( Zé Morais).

1997-2000

Para o novo período foram empossados treze vereadores: José Abelardo Câncio de Godoy (presidente de 1997 à 1998), José Ferreira Filho (presidente de 1999- 2000), José Batista de Lima, Márcia de Morais Coelho, Maria Zoraide Diógenes Henrique, Roberval Marques de Sousa, Antônio Bartolomeu de Moura, José Ferreira do Nascimento, Bruno de Albuquerque César, Antônio Francisco de Carvalho, José Genis Pereira, Dimas de Albuquerque César Júnior e Antônio Abdonildo Jordão.

2001 à 2004

Foram empossados Márcia Colho de Morais, Julieta Farias de Lira Pinheiro, Maria de Fátima da Silva, Luiz de Olegário, José Morais, Marivaldo Tenório, Dimas Júnior, Pedro Cabral, José Batista de Lima, Antônio Abdonildo Jordão, José Genis Pereira e Bruno de Albuquerque César

2005 à 2008

Foram empossados Antônio Abdonildo Jordão, Dimas Júnior, Manoel Pinto Fornelos, José Roberto Ferreira, José Valdir Silva, Hermenegildo Xavier, José Ferreira Filho, Ricardo Heráclio, José Renato e José Genis Pereira

2009 à 2013

Foram empossados Flávio Marcílio Cruz Bezerra, Ítalo Damasceno Cabral de Andrade, Julieta Farias de Lira Pinheiro, Edmilson Henaulth, Ricardo Heráclio, Rildo Nicolau Lira, Antônio Manoel de Souza, Josinaldo José dos Santos e Breno de Albuquerque César

2013 à 2014

Foram empossados Julieta Farias de Lira Pinheiro, Edmilson Henaulth, José Lourenço da Silva, Massilon Pessoa Filho, Antônio Manoel de Souza, Sorel Warnner Ferreira dos Santos, Ítalo Damasceno Cabral de Andrade, Antonio Marcus do Nascimento, Breno de Albuquerque César, Bruno de Albuquerque Senna, Paulo Sérgio da Silva, Wladimyr Bloise Séve de Espíndola e José Ronaldo Ferreira.

2015 à 2016

Tomaram posse Edmilson Henaulth, José Batista de Lima, Massilon Pessoa Filho, Antônio Manoel de Souza, Sorel Warnner Ferreira dos Santos, Ìtalo Damasceno Cabral de Andrade, Antônio Abdonildo Jordão, Antônio Marcus do Nascimento, Breno de Albuquerque César, Bruno de Albuquerque Senna, Paulo Sérgio da Silva, Wladimyr Bloise Séve de Espíndola e José Ronaldo Ferreira.

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